Posts Tagged 'Swazilândia'

Imagem do dia #154

Todos nós sabemos que Moçambique não é conhecido pela qualidade das suas estradas… muito menos pela qualidade da condução nelas! Mas, às vezes temos surpresas bastante agradáveis! Eis uma! Esta estrada, que liga Maputo à fronteira com a Suazilândia em Goba.

Serpenteando os Pequenos Libombos, a estrada é palco para um confortável e interessante passeio pelos arredores da capital moçambicana.

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Imagem do dia #153

PRÓXIMA PARAGEM: GOBA!

Esquecida por entre os Libombos está a vila raiana de Goba. Ao contrário da vizinha Namaacha, Goba não guarda nenhum explendor passado. É apenas um local de passagem a caminho da Swazilândia.

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Mais um belo exemplo da arquitectura Portuguesa em Moçambique.

Nesta foto, o actual edifício da Escola Secundária da Namaacha.

A Vila da Namaacha situa-se no sul da Província de Maputo em plena cadeia montanhosa do Lebombo. A Vila é conhecida por dar o nome a uma conhecida marca de águas naturais e por ser uma das duas fronteiras terrestres que Moçambique partilha com o vizinho reino da Suazilândia.

 Escola Secundária da Namaacha

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GALP invade a Swazilândia!

GALP invade Swazilândia!

Welcome to Swaziland!

WELCOME TO SWAZILAND 10 minutos apenas! Foi este o tempo que permaneci em solo swazi.

A minha deslocação à fronteira deveu-se à necessidade de carimbar o passaporte pois, apesar de ter um visto com a duração de 6 meses, sou obrigado a  ir à fronteira em busca do precioso carimbo. Às vezes faz-me lembrar a correria louca aos carimbos dos pavilhões dos países na Expo’98!

A Swazilandia é um pequeno reino encravado entre Moçambique e a África do Sul, rodeado de montanhas e apelidado de Suíça de África. Não porque seja uma nação muito rica, mas antes pelo grau de limpeza das ruas e pelo estilo sempre muito bem arranjadinho das casas. O Reino, que tem apenas 17,364 km2 e onde a Rainha é designada por Ela-Elefante e o Rei por Leão, tem uma diversidade geográfica impressionante!

A caminho da NamaachaAproveitanto que estava em Maputo (essa cidade que como todos sabem tanto adoro) e depois de ter passado o domingo entre o quarto e a casa de banho (é o que dá andar a experimentar pratos novos), levei o carro da Andrea a dar uma voltinha até à Namaacha. Namaacha é o nome da localidade e distrito fronteiriço entre Moçambique e a Swazilândia.

A curta viagem de não mais do que uma hora foi uma agradável surpresa. Deixei as planicies que já me acompanhavam desde Chókwè e passei para um terreno mais montanhoso com cenários pintados a dourado. De facto, a luz em Moçambique assume uns tons dourados que tornam qualquer paisagem numa fotografia memorável!

A caminho da NamaachaA estrada seguiu serpenteando os Montes Limbombos até atingir um nível alto o suficiente para se ter uma visão espectacular de uma pequena parte da gigantesca planície que se estende em torno do Rio Maputo.

Chegado à fronteira, a “feira” do costume: pessoas a atravessar a alfândega a pé, uns a oferecerem-se para cambiar Meticais por Rands, outros a oferecerem os braços para carregar algo, muitas senhoras nas suas barraquinhas de rua a vender tudo e mais alguma coisa!

A fronteira, ao contrário da de Ressano Garcia (ligação com a África do Sul) é muita mais pacífica. Não há grandes filas de pessoas nem de carros e o atendimento é muito mais célere. Se em Ressano Garcia perdi cerca de 2 horas, nesta nem 5 minutos!

Lomahasha BorderConfesso que estava um pouco receoso em ir à fronteira. Isto porque depois da última vez que saí do país reparei que tinham colocado um selo no meu passaporte que tinha a data da próxima saída errada. Pelo visto original posso permanecer do país 60 dias sem ter de me ausentar obrigatoriamente, mas pelo carimbo de Ressano Garcia apenas poderia ficar no país durante 1 mês. “O erro foi deles, não te preocupes!” – tentou tranquilizar-me o Aldo. Cada dia de irregularidade são 1000 Meticais; foram cerca de 20 dias… é só fazer as contas! 20.000 Meticais (cerca de 570 Euros) não é brincadeira! Na verdade, o agente da fronteira nem deve ter reparado no erro! Saltei de Moçambique e entrei na Swazilândia 😉

Uma das grandes atracções do posto fronteiriço swazi é a constelação de aranhas penduradas no tecto da alfândega. Impressionante! Ainda estive para perguntar se aqueles bicharocos pretos com muitas patas tinham fugido do Kruger ou se eram de plástico, mas a simpatia dos agentes na fronteira era tanta que resolvi nem abrir a boca… Carimbado o passaporte, dei meia volta e voltei para guiché das “Departures”. E lá fui caminhando vagarosamente em direcção a Moçambique! 😉

Já depois de ter passado o controlo do lado moçambicano fui interrompido por um senhor “Já cá está de novo?!”. Afinal de contas, nem na fronteira passo despercebido! 🙂

De regresso a Maputo...A viagem de regresso a Maputo foi feita já com o sol a esconder-se lá para trás das terras da Swazilândia. O regresso ao reboliço da grande cidade de Maputo deixou para trás a calmaria da viagem à Namaacha.

É realmente um local para voltar e explorar melhor!


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