Arquivo de Julho, 2009



Imagem do dia #050

Começava como transparente… depois vinha o azul turquesa… depois o verde… logo a seguir o azul escuro… eram estas as cores do mar num dia de Inverno na Praia do Bilene!

Começava como transparente... depois vinha o azul turquesa... depois o verde... logo a seguir o azul escuro... eram estas as cores do mar num dia de Inverno na Praia do Bilene!

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ASMtv: na savana…

Imagem do dia #049

Zona de acidentes…

Zona de acidentes...

Azar?!

Além da condução, há outra coisa que me faz “espécie” em Moçambique… Porque razão não dizem tudo de uma vez só?! Se eu pergunto “Posso levantar o frigorífico no próximo sábado?“, a resposta não deveria ser só apenas “Sim!” Devia ser “Sim, mas olhe que tem de se deslocar ao nosso armazém que fica na rua X porque aqui não se podem levantar as encomendas“… enfim… Se eu compro um frigorífico e fico de o ir buscar no sábado seguinte não acham que esse frigorifico devia ficar como “reservado” e não ser vendido a mais ninguém porque eu já o paguei?! Pois, devia, mas aqui não! Se vier alguém, pagar e quiser levar, lá se vai o frigorífico à vida! “Mas estava reservado!“… estava, estava!!!

Cada vez mais concordo com a ideia de que a maioria dos Moçambicanos não conseguem dizer a palavra “não”… nem conseguem explicar ou responder a alguma coisa que não esteja explícita na pergunta!

Moçambique nossa terra gloriosa…

PS: pelo menos o fogão ainda não tinha sido “revendido“!!!

Imagem do dia #48

Maputo: Av. Julius Nyerere

Maputo: Av. Julius Nyerere

As vistas lá de cima…

O que se perde por se ser baixinho…

Espaço sem fim...

Ontem fiz a viagem de Chókwè até Maputo de machibombo. E que viagem interessante!

Ao contrário dos chapas que viajam bem carregadinhos de pessoas e animais, no machibombo, autocarro em moçambiquês, tens o teu lugar e podes viajar bem descansado. A viagem de 4 horas e meia foi uma agradável surpresa. São quatro horas e meia em que os olhos não param quietos, em que as pálpebras não se fecham, tudo porque as vistas são deslumbrantes. Se de carro já dá para ver planícies sem fim e rios de água prateada a serpentear a savana, de machibombo, a mais de 2 metros de altura, o panorama assume outros contornos ainda mais majestosos. Até no Chókwè, que na realidade pouco ou nada tem para ver, a estrada e os campos que circundam a cidade tomam outra dimensão.

Agora sim, percebo a vastidão que são os campos de arroz e de cana-de-açúcar, agora consegui ver para além da primeira fileira de cajueiros, agora consegui ver as ruas dos bairros da urbe maputense apinhadas de gente… e na entrada em Maputo, apesar da confusão e do trânsito caótico, a cidade aparece lá ao longe, grandiosa, com os seus edifícios altos envoltos numa luz dourada que parece abraçar Moçambique no final de cada dia!

E, apesar de já ter feito o caminho Chókwè-Maputo-Chókwè várias vezes, parece que foi como na primeira vez.

EN-CAN-TA-DO do princípio ao fim!

Gold light...

 

 

 

 

 

 

 

 

Acreditem que a viagem de 4 horas e meia passou num instante! 😉

Imagem do dia #047

Vai um mergulho?!

Vai um mergulho!?


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